Publicado em Amigos na Poesia

Uma Lágrima Para Mim por Ângella Ventura

Li esse texto incrível da querida amiga e escritora em ascensão, Ângella Ventura, nas redes sociais e decidi compartilhar com vocês porque vem carregado de muitíssimo sentimento ❤ e reflexão, tão propícios ao tempo em que vivemos!

Boa leitura!

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“A lenda do fio vermelho”: emocione-se com esta belíssima lenda oriental

Há uma antiga lenda oriental que diz que as pessoas que estão destinadas a se conhecerem têm um fio vermelho invisível amarrado a seus dedos. Este cordão os une por toda a eternidade, independentemente do tempo e da distância.

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Publicado em Minha Prosa Poética

Para o Alto e Avante!

Por Íris Castelo em Veredas Sentimentais

“A gente cresce.

O bom da vida é que a gente cresce. E, às vezes, a gente cresce tanto que deixa de caber em espaços pequenos demais e não se sujeita mais a ser pequeno pra caber no outro.

A gente aprende a querer ser grande e transbordar no outro e, ao mesmo tempo, deixar o outro transbordar na gente. Oferece casa, comida e alma lavada pra outro fazer morada em nós e não aceita menos do que isto de volta. Vai contra tudo em que passamos a acreditar, se diminuir para caber em algum lugar, num peito qualquer. Às vezes isto vem à duras penas, se transformar em alguém melhor pode ser um processo doloroso. É preciso desapegar de velhos sentimentos, principalmente daqueles que nos fazem começar o dia preocupados, ansiosos. É urgente deixar no passado quem não quer fazer parte do nosso futuro, quem não nos dá espaço suficiente para construir um castelo de sonhos, com jardins cheios de flores e um balanço para ler. É imprescindível – até mesmo para manter a saúde mental – que você se olhe no espelho e sinta orgulho de ser grande, não se fazendo sofrer por não caber na vida do outro. Algumas pessoas não querem ceder espaço da vida delas e você não pode levar isto para o lado pessoal porque é um direito delas. Não é por maldade ou por você não ser bom o bastante… algumas pessoas simplesmente não querem “liberar espaço” ou crescer ainda mais dentro de alguém.

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#DiaDasMãesQG – UM RELATO DE AMOR

Olá minhas pessoas leitoras! HAHAHA

Hoje eu vim contar um pequeno relato de amor ❤ Ownn!!

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Há 36 anos  (direto do túnel do tempo), nascia uma pequena garota gorduchinha. Sua pele morena , poucos fios de cabelo e uma disposição para chorar que Deus a abençoou. Poderia ser cantora lírica, pensavam. Não… é desafinada que doi os ouvidos rsrs.

A pequena menina nascia de nove meses e meio de gestação. Parece que o ventre materno lhe apetecia muito. Culpa da preguiça que a envolvia, da mordomia que era sujeita e do aconchego que a mãe sempre lhe dava.

Essa menina nasceu, chorosa e manhosa. Foi recebida por braços quentes e amorosos que a embalaram e protegeram durante o tempo em que esteve indefesa. Quando em casa, um belo ninho a esperava: quarto ornamentado, roupas confortáveis, carinho de mãe e pai, abraços familiares… Apesar da recente dispensa do pai no trabalho, nada dessas coisas afetaram o carinho e o afeto com que ela foi recebida e amada.

Alguns meses se passaram: ela foi crescendo, ao choro abundante somou-se uma certa habilidade com as palavras. Aos dez meses a pequenina, andava e falava como que querendo alcançar a maioridade! Vejam só! Nem um ano se contava de sua vinda à luz do dia !! De um meio dia e vinte e cinco minutos, diga-se!

Em tudo a mãe estava ali, com seus afazeres domésticos e a pequena garotinha falando e andando atrás dela, conversando sobre tantas coisas e perguntando tantas outras, que a mãe certamente precisaria de analgésicos constantes, não fosse o amor à ela devotado.lu4

Mais um tempo se passou e a garotinha já crescida, demonstrava sua altivez ao desejar ir à escola primária sozinha aos cinco anos ! Que menina mais tinhosa, podeis pensar. Talvez um desejo de independência e descobertas. Ao mesmo tempo que crescia determinada, as constantes crises de bronquite e alergias cutâneas ensinaram à ela que a vida não são só sorrisos, mas também lágrimas, por isso nasceu chorando, então ficava triste e abatida . Abatimento esse que durava um curto período, claro! Não pense, caro leitor, que a pequena guerreira se deixava abater assim! Não ! Pois os laços de amor e o colo da misericóridia  maternos sempre estiveram presentes a impulsionando a seguir em frente.

E a pimpolha cresceu, frequentou a escola sempre com notas boas, teve crises existenciais, passou a adolescência e o tempo das paixonites agudas e crônicas,  viveu dissabores familiares, perdas de entes queridos, duas fraturas nas pernas, relacionamentos mal-sucedidos, sonhos incontáveis , desejos altos, medos insólitos, anseios…Aprendeu e desaprendeu muitas coisas, viveu, sobreviveu, ultrapassou limites, desafiou leis… Asas nos pés, asas no coração, asas na voz…

Em todos esses momentos da pequena, agora, já crescida , mulher vivida, no alto de seus trinta e seis anos, jamais deixou de ter ao seu lado aquela que um dia a carregou dentro. Mesmo de longe, mesmo com as agruras da vida, mesmo sob fortes fardos carregados, mesmo sendo ferida pela filha que muitas vezes não a entendia, mesmo sendo preterida outras tantas, mesmo não entendendo os sonhos da filha, mesmo a achando exagerada e meio maluca… a Mãe!

Coração 9 - 350E neste momento com as lágrimas rolando face abaixo, termino este relato (pessoal) agradecendo a minha querida mãe, Ivanir , por todo amor, atenção e altruísmo dedicados à mim e aos meus irmãos Fernando e Mariane ; por toda a renúncia que eu sei que existiu, pois em muitas delas eu participei, nunca deixando a vida parar, mesmo que a mente a quisesse fazer o contrário, mesmo em meio as trevas que a vida nos trouxe , sua luz sempre se fez presente e vivaz. TE AMO MÃE! E toda sua vida é um espelho de luz para seus filhos!

Fotos pessoais**

dia das maes

 

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REGRA DO MINUTO – por Pitacos e Achados

Olá, leitores !

Alguns leitores me relataram a dificuldade em arranjar um tempo para ler.

Hoje eu li essa matéria interessante no blog PITACOS E ACHADOS e penso que vem bem a calhar com o assunto da falta de tempo para leitura 🙂

Quem aceita esse desafio ?? Eu aderi 🙂


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“Muitas pessoas vivem fazendo propósitos de mudança: prometem fazer exercícios todos os dias, ler todas as noites, ou ajustar de alguma forma o seu estilo de vida. A regra do minuto é um dos métodos que ajudam os propósitos a serem cumpridos.

No Ocidente, temos o péssimo hábito de tentar obter grandes mudanças rapidamente. Achamos que é uma questão de força de vontade e colocamos sobre os ombros algumas tarefas que, na verdade, somos incapazes de cumprir.”

“Apenas um hábito pode dominar outro hábito”.
 – Og Mandino –

Leia a postagem completa em PITACOS E ACHADOS 

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Um Relato Excepcional!

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A grande gafe eurocêntrica ou o desrespeito à Carolina de Jesus na casa da palavra ou isso não vai ficar assim.
Dois dias depois de participar do evento em homenagem à Carolina de Jesus, na Academia Carioca de letras, ainda estou sob os efeitos da curiosa e inesquecível cerimônia. Presidida pelo nosso querido Ricardo Cravo Albin, homem-pedra fundamental na luta e na ação da preservação do patrimônio cultural brasileiro, em especial da Música Popular Brasileira, em sua sabedoria antenada, incumbiu ao Martinho da Vila a tarefa de convidar uma mulher escritora para participar da de  cerimônia em homenagem à autora do contundente e histórico livro Quarto de despejo. Tudo ia muito bem. A sessão rolando com suas formalidades, seus associados, em sua maioria mulheres na platéia e público em geral, naquele fim de tarde de abril. Com honras foi apresentado por Marcus Vinicius Quiroga, o professor de literatura Ivan Cavalcanti Proença, membro daquela academia e também um ex capitão combatente da ditadura que muito brigou naqueles duros anos, para que este homenageasse a escritora. Era o primeiro palestrante, o que introduziria e falaria sobre a obra de Carolina antes de mim, que não sou estudiosa da autora a nível de doutorado como muitos o fizeram e o fazem neste país. Estou mesmo bem longe disso pois a obra dela deve ser estudada na profundidade. Mas estava ali, olhos atentos e ouvidos disponíveis onde, quando chegasse a minha vez, eu destacaria as pérolas da literatura daquela ex-catadora de papel que, do meio da miséria nos traz notícias de seu olhar e da sua sensibilidade ao retratá-lo. Colhi o que me emocionava, imprimi e parti para o honroso convite. Agora estava ali, exposta ao que viria. Muitas coisas passavam na minha cabeça. Martinho da Vila e eu éramos na mesa os “parentes” culturais da homenageada e desse orgulho nos vestíamos.

          Ivan Proença começa elogiando a Carolina, o seu relato em Quarto de despejo enquanto traz um exemplar de 1966 nas mãos, uma raridade, publicado por iniciativa de Audálio Dantas, o jornalista que ao fazer uma reportagem na Fazenda de Canindé viu uma moradora catadora de papel, negra, protestando contra as injustiças e invasões na favela e ameaçando: “Vocês vão ver, vou botar todos no meu livro”. A palavra livro vindo assim da boca preta da pobreza, vindo aparentemente do improvável, despertou a curiosidade e aguçou as competências jornalísticas investigativas, sociológicas do sagaz profissional. E, de uma hora pra outra, a catadora de papel estava publicada, e publicada em 24 países. Assim, num átimo tal qual Caymmi nos trouxe a vida do pescador, Carolina traz para nós, com palavras, o clima, o ambiente diário dos perenemente excluídos nas favelas. Ia tudo muito bem no discurso do acadêmico até a hora em que, com a sagrada edição na mão, objeto de colecionador, diga-se de passagem, o homem brada, com aquele antigo desprezo que se e oferece às artes não brancas nesse eurocêntrico domínio , e afirma, seguro como um cientista: “Só tem uma coisa, isso não é literatura”. Estarreci. Teria me desligado? Ouvi mal? Não poderia ser da Carolina que ele falava. Era. “Isso pode ser um diário e há inclusive o gênero, mas, definitivamente, isso não é literatura”, continuou. “Cheia de períodos curtos e pobres, Carolina, sem ser imagética, semi analfabeta, não era capaz de fazer orações subordinadas, por isso esses períodos curtos”. E seguiu destituindo sem o menor constrangimento a internacional obra da homenageada.

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Fonte: Socialista Morena

        Meu Deus, inacreditável! Ela era o motivo da sua presença ali, tema de sua palestra, motivo da cerimônia, assunto daquele encontro, e conteúdo principal do mês dentro de um projeto em que a referida Academia homenageia escritoras. A próxima será Cecília Meireles. Aquilo complicou minha situação, porque me conhecendo sabia que não me calaria. Aos orixás da palavra invoquei por dentro para que minha reação não provocasse o que chamam de “barraco”. Que eu não fornecesse a antiga munição que costuma nutrir os argumentos dos conservadores, que se manifestam com “ela desceu o nível” e coisa e tal. Mas dava vontade. Aquilo, se não era uma piada de mau gosto, era o que era: Uma trágica demonstração de racismo sob o fenótipo de um argumento academista. Ele exigia dela, para ser literatura, um formalismo acadêmico do qual o sucesso de sua literatura pôde prescindir. Sua capacidade em produzir imagens sem as técnicas oficiais dos literatos é que faz a sua obra objeto de estudo de grandes pensadores.

Martinho da Vila me apresentou com carinho, me tirando das ideias de vingança que vinham em bandos do lado esquerdo do pensamento. Para me acalmar e não bater o tambor da intolerância numa hora delicada, iniciei dizendo o poema do Semelhante que deu nome ao meu primeiro livro, e que prega a igualdade na diversidade entre os seres. E prossegui dali: Se me perguntarem o que mais me incomoda no epidêmico e sistemático racismo direi que é o olhar que depositam sobre nós a proferir as mesmas mudas perguntas: “Como ousas? O que você está fazendo aqui? Você não sabe que aqui não é o seu lugar?”. Sem flagrante aparente mas intimidadora essa pergunta é feita com o olhar e não deixa dúvidas. Portanto, herdeira da coragem dessa mulher que no ano que nasci foi descoberta por escrever o seu olhar nos papéis que catava e os quais reciclava em cadernos, venho exaltar o seu escrito. Citei trechos de sua safra genial. Faca. Lâmina. Soco na boca do estômago: “Quem inventou a fome, são os que comem”. “Quem não tem amigo, mas tem um livro, tem uma estrada.”, “Fiz o café e fui carregar água, olhei o céu a Estrela Dalva já estava. Como é horrível pisar na lama. As horas que sou feliz é quando estou residindo nos castelos imaginários”. E perguntei à essa altura à emocionada plateia: Isso não é literatura? Me desculpe, senhor Ivan Cavalcante Proença, o que Carolina Maria de Jesus fez chama-se Literatura e por isso estamos aqui, e por isso a tradução em tantas línguas, e por isso o maravilhoso livro Quarto de despejo que fez com que a referida autora fosse tema do Fórum das Letras de Ouro Preto, idealizado e concebido pela maravilhosa escritora Guiommar de Grammont, editora da melhor qualidade, conhecida como curadora de Feiras Literárias internacionais. Nesse fórum  foi lançado um livro em sua homenagem: Memorialismo e Resistência- estudos sobre Carolina Maria de Jesus.

Pensei comigo: Se o Ivan estiver certo, todo mundo é bobo, inclusive Guiomar, Carlos Drummond de Andrade e Clarice Lispector. Gente que via a rara flor das letras que ela é. Mas isso eu não disse, só pensei.

Mesmo quanto às exigências do formalismo, eu discordo, senhor Ivan. Carolina, em seu diário, onde diz que “Eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos”, produz uma riqueza imagética que alterna períodos longos com frases curtas e poderosas. Para mim ela deixou de ser a catadora da favela de Canindé para ser a narradora de Canindé. Uma gênia, a despeito de alguns erros de concordância, as manobras de sua narrativa, as construções sociológicas do seu olhar que ela transforma com seu muito bem aproveitado restrito repertório de palavras, a literatura que essa mulher pobre brasileira nos deixou é imensurável, ela tinha o dom. Conheço gente que terminou o ensino médio e ainda é incapaz de um bilhete decente. Uma mulher que tem que dar conta de várias bocas, que passa fome e escreve sobre isso, que cata papel nas ruas, no lixo, para vender depois de muito catar, quando começa a aparecer algum peso vendável, sem contar todo o serviço de casa, tudo por sua conta e risco, e que ainda encontra tempo para escrever sua miséria nos deixando cinquenta cadernos inéditos?! Ora, meu deus, isso só pode ser dom, aquilo que a gente tem inclinação, tendência, facilidade, mesmo excluída por conteúdo, por não ter tido acesso à escola, mesmo assim, ela foi onde raramente algum dos seus consegue ir. Seu sonho era ser professora e sua filha o é, não catadora de papel.

Carolina fez o bonde andar com a sua palavra. Não reproduziu a obra da escravidão. Como fazem muitos ainda hoje. 

           Na tarde que virou noite, o homem em questão pediu direito à replica depois de minha fala, e eu ainda segui pedindo para que a gente fizesse uma revisão para ver o quanto de racista se poderia ser mesmo sendo intelectuais, mesmo se achando na crista da onda do pensamento contemporâneo mundial. Aproveitei a ocasião para alertar que já se tornou insustentável o racismo entre pessoas ditas do bem, entre pensadores que põem a perder todo o seu conhecimento ao assumirem posturas racistas. Jogam pelo ralo o Foucault que leram, o Sartre, e fazem temer no túmulo Lima Barreto, Cruz de Sousa e Machado de Assis. Adverti à plateia que não fica mais bem ser racista, não pega mais bem, não combina com civilização evoluída, não está mais se usando, é demodê, é hitleriano! Querem que eu desenhe? Ainda lembrei aos interessados que ninguém devia ficar constrangido por ser herdeiro de um senhor de engenho ou feitor. Quem se envergonha do longo período da holocáustica escravidão negra brasileira, deve se apoiar numa verdade pouco dita: Haviam aqueles, e sempre haverá durante a história, que não suportavam a barbárie acontecida nos seus quintais, nas senzalas de suas casa. Não admitiam a tortura e a matança cotidiana dos negros nos bastidores da casa grande. Este crime cotidiano incomodou a muitos libertários da época: utópicos humanistas, sinhás que se apaixonavam pelos negões e com eles fugiam, gays, poetas, abolicionistas brancos, jovens e velhos de todo tipo tinham um lugar no quilombo e de lá lutavam pelo fim da escravidão. Portanto, os brancos que se incomodam com isso, lembrem que podem ter no sangue a herança de abolicionistas.

         Falei por muito tempo, avancei as horas, achei que era oportunidade de sacudir aquele coreto. Terminada a fala, felizmente tive as palavras dos nossos preciosos Ricardo Cravo Albin e do Martinho, autorizando o teor do que eu dissera, sem maiores danos para habitual cordialidade do lugar mas sem deixar passar, no entanto, que o que se sucedera ali foi uma grande gafe, para dizer o mínimo. Absolutamente confortável para o senhor Ivan que, encrustado no velho classicismo deixou claro e explícito aquele velho olhar que pergunta: “O que você está fazendo aqui?”. Foi isso que aquele senhor que não merece apresentar a Carolina Maria de Jesus por não estar à altura de entendê-la, de entender a sofisticada simplicidade de sua narrativa, por não respeitá-la, por discriminá-la e por representar assim as velhas vozes machistas, classistas e racistas que não conseguem engolir a presença de uma mulher, ex-catadora de papel, negra ainda por cima, nos incensados e vaidosos salões das academias. Não será simbólica essa atitude do avesso homenageador? Não representará sua grosseira atitude o olhar de desprezo de muitos neste país? Para o senhor Ivan, Carolina Maria de Jesus jamais deveria ter se recusado a ser o resto, a ser a nula e invisível voz. Que vergonha. Mas sua voz não morreu. Está viva e grita aqui.

Elisa Lucinda, outono, 2017.


Fonte: Página de Elisa Lucinda no Facebook, acesso em 29 de abril de 2017 às 15h35. 

Publicado em Jornalismo, Reflexão

PERDIDA NA BIBLIOTECA # A VERDADE SOBRE AS EDITORAS E OS BLOGUEIROS / BOOKTUBERS

Olá, leitores !

 

Esta postagem não era para ser verdade, mas é verdade!

Se você tem a ideia do sonho cor-de-rosa do mundo literário e gosta dessa utopia, NÃO LEIA ESSA POSTAGEM ATÉ O FIM!

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“Essa semana tivemos um episódio lamentável que só mostra como o blogueiro/booktuber brasileiro é carente e como ele se sujeita a qualquer coisa pra conseguir algo “de graça”.
Um editora, após entrar em contato com os blogueiros e booktubers que passaram na seleção de parceria da mesma, divulgou que ainda tinha 3 vagas remanescente e que os participantes que tocassem o terror nas redes sociais (ou seja, fizessem divulgação da editora feito uns loucos de graça) poderiam ser selecionados para essas vagas.

Vamos deixar uma coisa bem clara… 

As editoras não são boazinhas. Sinto muito destruir os seus sonhos (afinal, eu sou Malévola! É o meu trabalho), mas as editoras elas são uma empresa e como qualquer empresa elas precisam ter lucro. E para lucrarem elas precisam vender livros.

Assim como toda empresa, eles tem um departamento de marketing onde a função deles é divulgar os lançamentos da empresa de forma a fermentar o desejo do consumidor.

A titia Natália aqui é formada em Comunicação (Jornalismo e Assessoria de Imprensa) e Marketing, então vamos a uma aula de como funciona isso…
Eu tenho 10 mil reais pra investir em uma campanha para o livro X.

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QG DOS BLOGUEIROS #STAG AQUELA HISTÓRIA

Eu poderia amar mais esse QG ? 

SIMMM!!!

Do que eu estou falando ?

Do novo projeto do QG DOS BLOGUEIROS , do qual faço parte !!!

Vamos acompanhar esse projeto maravilindo que se chama  

 

#STAG AquelaHistória

 

Esse QG sempre surpreendendo com criatividade, proatividade e parcerias!!!

 

Bora lá?!

 

Nova #STAG na área! 

Já que muita gente gostou da última #STAG 7 coisas para 2017, nós decidimos voltar com a mais nova proposta original do QG, com uma ótima temática:  #AquelaHistória. Mas desta vez não estamos sozinhos, estamos acompanhados das Startups Swonkie e Vooozer, e pela curadoria da Lua Andrade do blog “Caderno da Lua” na elaboração do nosso primeiro e-book.

Todos os blogs da blogosfera estão convidados, mesmo os que não fazem parte do QG!

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SEMANA DA CRIANÇA #8 – JOSÉ SIPRIANI – LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA

Às vezes dá trabalho conquistar um amigo e às vezes, dá mais trabalho convencer um amigo de exatas a escrever para uma pessoa de humanas 🙂

Ainda bem que só tive um trabalho!

Obrigada, Sipri ❤

 

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Fonte site da Rosely Saião

“Me lembro de coisas simples.

Fui uma criança diferente das demais.

Sem saber ler eu segurava os livros de cabeça para baixo e inventava histórias para as letras que eu não dominava.

Estudava muitas horas por dia.

Nunca fui dado a brincadeiras em se que precisava correr, como pique pega, amarelinha, pique esconde, rouba bandeira…

Eu disse, fui uma criança diferente.

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Fonte M de Mulher

Gostava de jogos de tabuleiro, jogava minha mãe e com o vizinho que não entendia nada de nada.

Amava ver desenhos.

Me contam que quando eu era bem pequenininho andava no meio da obra pelado e de pochete dizendo que estava trabalhando.

E é isto, um pouquinho de minha infância compartilhada com vocês.”

 

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Obrigada por lerem esta postagem e não se esqueçam de curtir , compartilhar e se inscrever para receber as novidades🙂

 

Beijos da Lua🙂

 

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FELIZ DIA DO “PRÔOO, é pra copiar? “

Aqui estou para falar de um dia maravilhoso e do qual sinto saudades : Dia dos Professores!!

Lembro-me de como essa data foi importante para mim. Sempre procurando agradar meus professores de alguma forma, seja com cartas (sim, eu escrevia para eles rsrs), com poesias, com maçãs (quem nunca?!) ou apenas sendo uma boa aluna 🙂

Eu tive excelentes professores a minha vida toda. Em todos os lugares, dentro e fora da escola. Parece piegas dizer que “eu sou da época…” , mas hoje a classe discente, de maneira geral, parece não valorizar muito essa profissão de amor, porque para a maioria, de carreira de sucesso financeiro está bem longe, infelizmente!

Professores | BiaPof:

Eu sou da época que ainda existia respeito àqueles que enfrentavam tantas agruras para trazer um conteúdo de valor para uma classe de alunos  de escola pública; sou da época em que se fazia filas antes de entrar em sala de aula e cantava-se o hino nacional; da época em que levar dever para casa (e existia dever de férias!) era chato, eu reclamava, mas me fizeram ser a melhor que posso ser hoje !

Falo da época da qual me recordo, dos 8 anos em diante rsrs. Algumas poucas lembranças ainda que vagas , estão em meu coração, de um tempo antes dessa idade. Espero nunca perdê-las!

Desde bem pequena estive ligada à escola. Meus progenitores podem falar melhor. Meus pais trabalhavam e eu era matriculada na escola de freiras do meu bairro. Escola Brando. Segundo meu pai, a freira italiana que cuidava de mim (irmã Terezinha), à qual era muito apegada, resmungava em seu idioma pátrio e ele não entendia muito bem, mas eu sim 🙂

 Talvez, esse seja meu maior legado dessa época antes da pré-escola: a paixão pelo idioma.

Quando era adolescente, não me lembro ao certo a idade, meu pai perguntou o que eu queria de aniversário ao que eu respondi “um dicionário de italiano” . Parece bobagem, mas eu lia o dicionário como se fosse o livro da sabedoria! Quando, pude, frequentei um curso da prefeitura. Curso básico, com a professoressa Fátima Cipolletta! Já faz mais de 10 anos e eu ainda lembro das aulas!

Enfim, rsrs, enquanto escrevo a mente divaga em toda minha vida escolar e eu preciso me policiar, senão essa postagem vira um livro! HAHA!

Tive várias pessoas que marcaram minha vida como aluna e seria injusto mencionar alguns, até porque a mente às vezes falha. Quem sabe se vocês gostarem e opinarem , posso fazer postagens sobre o assunto, mais detalhadamente.

De fato acredito que a melhor homenagem que posso oferecer hoje aos meus professores é a grata lembrança de seus ensinamentos didáticos e paradidáticos, dentro da instituição escolar e dentro da escola chamada vida!

É clichê e é verdade, se hoje eu estou aqui, à frente de um computador escrevendo esse texto, é porque eu recebi “treinamento escolar” para isso rsrs.

obrigada SENHOR. . . QUÃO É O SEU AMOR!!!  ✨✨✨✨✨✨✨✨✨ ✨✨✨✨✨  ✨✨✨✨ Sol Holme ✨✨✨✨✨ ✨✨✨✨✨✨✨✨✨ ✨✨✨✨✨:
Fonte Pitacos e Achados no Pinterest

 

Sempre ter gratidão , gesto de humildade.:
Fonte Bons Fuidos

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Lua Andrade 🙂