Publicado em Minha Prosa Poética

[Minha Prosa Poética] Coisas que não mudam… Ainda bem! 

O blog agora é literário e pessoal. Nada melhor do que mesclar sentimento e livros!

O texto a seguir é de dois anos passados. Nada mudou. Ainda sou assim e grata por isso não mudar!!

 
“15h10 05/08/2015

Quando pequena vivia apaixonada por algum colega da sala de aulas.  Claro que era uma coisa assim de admiração e carinho. Não uma atração física em si.

Um amigo cabeludo, um engraçado , um outro nerd (na época dizia-se CDF)… Um professor de química e por aí vai.  Percebi isso aos 9 anos. Digo, essa sensação de paixão.

Então, quando digo que sou uma pessoa apaixonada. Quero dizer sempre. Quero dizer encantada!

Não julgo ser uma falha ou carência (como muitos adoram rotular minha maneira de ser!). 

Apenas sou encantada com algumas pessoas. Portanto, imputo à essa característica minha capacidade de chegar ao trabalho aos domingos, às 5h da manhã, como quem acabou de “ver um passarinho verde”, como dizem quando a pessoa teve uma experiência maravilhosa. Ou, como disse a Tarciane – amiga de troca de cartas: “animada, colorida e sorridente” ou algo assim rs.

A psicologia, talvez, encontre um nome para isso rs.. ela sempre tem. Eu chamo de força motriz.

Eu fui e ainda sou assim. 

Movida pela paixão, pela admiração, pelas pessoas! Se ser apaixonada é ser carente, então eu sou carente! Mas jamais deixarei de amar e admirar as pessoas !

Fico por aqui.

 

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Autor:

Poetisa da vida, Leitora por vontade, Ferroviária por destino, Rabiscadora de Cadernos, Apaixonada por Livros, pelos amigos, pela vida e filosóficamente dramática :) - Jundiaí - SP - Brasil ! #APOIOAUTORESNACIONAIS

6 comentários em “[Minha Prosa Poética] Coisas que não mudam… Ainda bem! 

  1. Ah, minha cara… você me fez viajar-vagar… perder-me em minhas andanças. Recordei a minha meninice e o menino com quem andava de mãos dadas. A primeira colega a sorrir junto. Sempre fui apaixonada por pessoas… depois de algum tempo, ao menor toque do olhar, começava a imaginá-las e torcia para que não se aproximasse de mim, permanecessem distante, sendo apenas minhas do lado de fora… sem que eu tivesse de fato de conhecê-las. Gostava da magia que existia no não saber. Hoje, coleciona descobertas minhas… sigo apaixonada mais por estranhos que pelos que de mim se aproximam.
    Descobri depois de anos de terapia e de escrita que, na verdade, uma parte de mim quer alimentar o imaginário e a outra quer preservá-lo. rs

    bacio

    Curtido por 1 pessoa

    1. Lunna, querida! Gratidão por sua visita! Talvez isso aconteça comigo também, digo, esse gostar da “magia do não saber”. Todavia, prefiro as experiências, mesmo sabendo que depois delas, direi que antes era melhor rsrs. Um paradoxo! Bacio ❤

      Curtir

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