Publicado em Minha Prosa Poética

[Minha Prosa Poética] Das desilusões existenciais

Certa vez ouvi um famoso padre dizendo a seguinte frase:

Deixe o que é do passado, no passado. Não chame ao presente aquilo ou quem já passou.

E essa premissa está permeando meus pensamentos desde então. Em alguns momentos eu debato mentalmente comigo. Sabe aqueles momentos de discussões ferrenhas sobre o que “faremos depois?” ou “qual o próximo passo?” ? Em minha mente, essas perguntas podem durar hora, horas afim!

Voltando… Debatendo comigo mesma, eu percebi que existe um mecanismo de auto-sabotagem escondido dentro de algum lugar na mina cabeça!

Explico… Mentalizei, observei, debati comigo aquela frase do padre. Concordei com ela. Decidi fazê-la um imperativo em mim… Durou um dia ou dois… Lá estava eu maquinando uma fórmula de trazer o passado para perto de mim.

Talvez o passado seja confortável e nada desafiador, permitindo que eu desfrute uma linda “zona de conforto” emocional.

E ao constatar, fiquei muito triste ao entender, enfim, que a  minha barreira maior, sou eu mesma. (eu sei, parece clichê, você já ouviu essa frase, certamente que já! Mas, é onde está minha verdade)

E a pergunta que não quer calar:

Por que estou fazendo isso?

Não espere respostas conclusivas e nem uma receita de como conseguir vencer o que quer que seja. Desista dessa ideia louca!

Uma das melhores formas de conduzir-se, é questionando. Conviver com questionamentos é estar a todo momento vivendo na incerteza de tudo a nossa volta!

Eu ainda não descobri o porquê e creio que outro mecanismo sabotante esteja impedindo-me de descobrir isso também!

Parece paranoico? Parece paranoico! Mas é a minha verdade por agora…

O mais importante de tudo isso é que eu voltei a me questionar!

Eu adoro questionar para entender. Perscrutar cada ponto, cada reação, cada motivo, o porquê das atitudes, o porquê de certas palavras e certos silêncios.

De tudo posso dizer que duas  premissas já me valem como ponto de partida:

A solução está em mim. Sempre esteve.

 

Pode ser que ninguém se importe, mas eu deliberadamente devo me importar comigo 🙂

(qualquer dia explico essa tese de uma querida amiga, ela diz :” ninguém se importa”)

variasmaneiras

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Autor:

Poetisa da vida, Leitora por vontade, Ferroviária por destino, Rabiscadora de Cadernos, Apaixonada por Livros, pelos amigos, pela vida e filosóficamente dramática :) - Jundiaí - SP - Brasil ! #APOIOAUTORESNACIONAIS

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