Publicado em Resenha

[RESENHA] A MASSAI BRANCA || CORINNE HOFMANN || EDITORA EDIOURO

Bom  dia !!!

Qual foi sua maior loucura de amor?

Qual sua maior declaração de amor?

Você acha que já viu de tudo nessa vida ?

E o amor? Supera tudo?

A Massai Branca

Uma empresária suíça que passa férias no Quênia. Um guerreiro da tribo Massai. A volta ao continente selvagem para viver uma arrebatadora paixão, que transpõe a barreira da língua, a má alimentação e as doenças. E só perde para o tempo. Uma autobiografia que conta, com delicadeza e bom humor, uma história de amor e tolerância, que mostra imensas diferenças culturais e também as semelhanças universais do coração humano.

Biografia, Autobiografia, Memórias

Ano: 2007|| Páginas: 367 || Idioma: português || Editora: GERAÇÃO

Hoje eu vim contar para vocês a história de Corinne Hofmann, uma jovem suiça, de 27 anos , empresária bem sucedida, que vai curtir suas férias no Quênia e se apaixona perdidamente por um guerreiro da tribo Massai, por nome Lketinga Lepamorijo.

Corinne sente-se fortemente atraída por Lketinga desde a primeira vez que o vê. Isso por si só já seria algo inusitado, todavia, na viagem de ferias, ela segue acompanhada por seu namorado Marc. Ele e Corinne não desfrutam de uma boa fase no relacionamento e chegada a data da partida de retorno à Suíça ela sente a certeza de que precisa voltar ao Quênia.

Sem muitas explicações , desfaz seu relacionamento com Marc e volta interessada em encontrar “seu  massai” como ela o chama.

Entre encontros e desencontros, muitas intempéries, imprevistos e contratempos, ela encontra o guerreiro massai em meio à sua tribo, em local de difícil acesso.

Movida por amor à esse massai ela abandona toda sua vida de conforto e estabilidade e passa a viver com ele , casando-se e constituindo um negócio, tornando-se assim uma “massai branca”.

Durante sua estada no Quênia ela chegou a voltar para a Suíça por algumas vezes, um delas para tratar de sua saúde e levar suprimentos para seu novo lar. Em todas as vezes, ela sente que o Quênia e o povo massai é seu povo .

Depois de algum tempo Corinne engravida e dá à luz Napirai, uma menina linda.

MAS, o dia a dia do casal passa a ficar cada vez mais complicado, devido a diferenças culturais enormes, a dificuldade de comunicarem-se e aos muitos problemas que encontram, alguns deles foram as cinco malárias e a hepatite pela qual Corinne passou, o ciúme incomensurável de seu marido . Todas essas coisas desgastam a relação deles e Corinne decide que precisa tentar salvar seu casamento.

No litoral tentam mais uma vez se reerguer, mas o marido novamente com acessos de raiva e ciúme poe tudo à perder. Desesperada ela diz que precisa fazer uma viagem de férias para a Suíça por 3 semanas. Ele desconfia, mas acaba assinando autorização para que ela vá com Napirai para a Suíça.

O FINAL – que final terrível!!! Li o livro e em seguida assisti ao filme ! Conclusão é óbvia e ululante rsrs O LIVRO É MELHOR 🙂 

Leiam o livro, vale muito à pena 🙂  ; vendeu mais de 4 milhões de exemplares na Alemanha, Aústria e Suíça e foi traduzido para 23 línguas. Existem mais dois livros de sequência à este, mas só um foi traduzido para o  português

Agradeço à minha amiga queridíssima e amada Ane Oliver pela indicação de leitura 🙂

zoom

“Catorze anos depois de ter fugido do Quénia com Napirai, a filha que teve de Lketinga, Corinne Hofmann regressa a Barsaloi para um reencontro com o ex-marido e a família queniana. O momento é de grande tensão, mas a autora revela uma vez mais toda a sua coragem e força interior, vivendo intensamente o seu regresso a África. A sequela desta história de amor é também uma reflexão de Corinne acerca das dificuldades da vida no mato queniano, a política africana e o intenso fascínio que o Quénia ainda exerce sobre ela. Perguntas inquietantes assaltam-me o espírito. Como irei encontrar a minha antiga casa? O que restou dela? O que mudou? Será que o progresso e o ritmo de vida frenético, que em parte lhe está associado, já alcançou o Quénia ao ponto de não conseguir reconhecer as pessoas e a aldeiazinha Barsaloi no norte? Há catorze anos, só existia a Missão, cerca de oito casinhas de madeira, a nossa loja em tijolo e algumas manyattas, as habitações tradicionais dos Samburu, circulares e revestidas de estrume. Durante o voo recordo incessantemente as pessoas que não tornei a ver. A minha querida sogra, que até hoje muito respeito, Lketinga, o homem com quem era casada, James, o seu irmão mais novo, Saguna e muitos outros. CASEI COM UM MASSAI esgotou quatro edições em menos de um ano em Portugal. O livro vendeu mais de 4 milhões de exemplares na Alemanha, Aústria e Suíça e foi traduzido para 23 línguas. A sequela, REGRESSO A BARSALOI, é o reencontro de Corinne Hofmann com a sua família queniana. Catorze anos depois de ter fugido com a filha do Quénia, abandonando o guerreiro Massai com quem casara, Corinne regressa a Barsaloi, a aldeia onde viveu três anos numa «manyatta», uma cabana feita de madeira e de excrementos de vaca, como primeira mulher de Lktinga. Corinne reencontra guerreiro Massai”  Fonte : FNAC.com


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Autor:

Poetisa da vida, Leitora por vontade, Ferroviária por destino, Rabiscadora de Cadernos, Apaixonada por Livros, pelos amigos, pela vida e filosóficamente dramática :) - Jundiaí - SP - Brasil ! #APOIOAUTORESNACIONAIS

4 comentários em “[RESENHA] A MASSAI BRANCA || CORINNE HOFMANN || EDITORA EDIOURO

  1. A massai branca,sem duvida uma das historias mais lindas q já vi,onde corine só agiu com o coração,sem preconceitos,uma historia pra refletir sobre nós mesmos,será q já lutamos o suficiente por um amor?

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